Trago apenas um cansaço da alma..
Exausta de tentar Des-codificar cada Ato..Passo..Existência em si..
Sento-me no limiar entra a Obscuridade e o seu inverso..
E no Nada me encontro..
Assim permaneço ofuscado em minhas ondas de confusões..
Enquanto passo os dedos entre os cachos não lineares..
Assim como meus passos..
Nino o meu ser que anseia por quietude..
Fecho os olhos para assim cessar minha visão sempre grafite do que é o Existir..
Mas ao faze-lo...encotro-me com tantas outras neblinações dos olhos da Mente..
Rogo então ao Coro dos Deuses, pelo adormecer brusco..inconciente..não-onírico..
Já que o amanhecer traz um outro dia de duelos..
Já que o entardecer anuncia o fim de mais uma batalha..
Já que o anoitecer apenas precede uma outro Conflito..
Sonambulo pelos trajetos..
Teço fios de Quimeras com os laços..
Trago à vida...a densidade do meu trago..
Durmo..
Para esquecer-me..
Adormeço como alguém grato por não sonhar..

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