Desde as noites tuas de Hedonismo...até as de puro Pranto...
Sei que me Invocas...
Em cada passo das ruas..no trago solitário..no peso do Sentir...
Sei que me Invocas...
Nas alegrias tuas da Vida..
Pois sabes, que mesmo ausente sou ainda o arroubo da Vida...
Sei ainda que me Invocas..
Na ausência cinzenta dos encantos da Vida...
Nas noites de Insônia...sei que me Invocas...
Sei que me Invocas..
Em todas as provocações..nas cóleras..nas Dores..
Mesmo no funebre silêncio...sei que me Invocas...
E quando Sopras a Vida..
Os teus desencantos..quem chamas se não a mim ?
Quando vibras em outros braços de arroubo..
Quem se faz presente se não eu ?
Sei que me Invocas..
Na ausência do Tempo..
Sei que me Invocas..
Do riso ao Pranto...

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